BAIA DE GHADIRA

24/8

Depois 2 noites na ilha de Gozo, chegamos na baía de Gadhira, local mais próximo de Valleta e abrigado do vento W que entrou forte ontem. Aqui a tripulação, Enzo e Dedé, partiram para visitar o aquarium de Malta e a Vila de Popeye, hoje um museu aberto ou um parque temático , locação do filme POPEYE de 1980.

A Vila de Popeye é o antigo Set de filmagem do filme rodado em 1980 que virou parque temático, com passeios de barco e restaurantes. A noite vamos chamar um uber e jantar por lá.

Mais cedo, por volta das 7:00 h AM, fomos visitar um dos lugares mais bonitos de Malta, Qala tad-Dwejra, mas o vento estava muito forte, com ondas enormes, tivemos que voltar.

Amanhã partiremos para a baia de Saint Julian’s. Passaremos a noite por lá para visitar o Cassino de Malta, Dedé diz que vai arriscar um dinheirinho no caça níquel, kkkkk.

O serviço de reparo no estaio de proa foi agendado para próxima quinta feira. O LaVie vai estacionar no estaleiro de Malta por 24h. Tudo dando certo terça ou quarta, parto para a Itália.

BLUE LAGOON

23/8 9:00 AM

Hoje, no café da manhã, recebemos a visita de nossos amigos Rubão e Rita, casal brasileiro, donos do veleiro Doris. Passamos o dia juntos na Blue Lagoon fazendo churrasco. Eles já estão a 7 anos velejando por aqui e já começaram a retornar para o Brasil.

Para completar a alegria encontramos uma turma de jovens brasileiros capitaneados pela Carol, a qual dias antes tinhamos conhecidos em um restaurante local. Turma super legal, moram aqui em Malta. Se juntaram a nos no LaVie e a festa foi até o por do sol. Muito bom encontrar gente de nossa terra.

TRIPULAÇÃO EXPLORANDO A CIDADE DE MALTA

20/8 9:00 AM

Contratamos um tour privado e partimos para conhecer a cidade por terra. Malta é uma das cidades mais bonitas e interessantes que conhecemos em nossa jornada. Muita história nesse local.

Malta vive do turismo, com uma população de 500K de habitantes recebe anualmente mais de 3.000.000 de turistas. Nesses tempos de pandemia sua economia está sofrendo muito, atualmente não esta recebendo nem 20% do fluxo normal de turistas, os navios de cruzeiro sumiram!

Para nós, de certa forma isso foi bom, estamos conhecendo a cidade na alta estação sem filas sem tumulto, como se fosse a Disney em Novembro.

Aqui, como na Europa, tudo muito caro. Marinas com preços absurdos, estamos pagando cerca de 250 euros por dia, e sem a infraestrutura adequada que estamos acostumados. Refeições saem em torno de 30 euros por pessoa, sem bebidas.

Fizemos um passeio a pé, no centro histórico, e de carro por toda a ilha. Tour privado custou 225 euros. Guia simpático, M CABS ,Sr. James , tel +35699939495.

Ponto alto da cidade é o mar, de uma beleza incomparável, possui várias praias cinematográficas.

Inclusive, MALTA, foi e ainda é locação de gravação de varios filmes conhecidos como Game of Trones, Gladiador, Conde de Monte Cristo, Tróia, Capitão Philips, Jurassic Park, esse último está sendo gravado nesse momento um novo episódio. Segue abaixo uma foto com a relação, mas tem mais!

Hoje começaremos a explorar a cidade pelo mar.

Recebi o orçamento para reparo do estaio de proa, ficou em 1500 euros e deve demorar cerca de 9 dias para ficar pronto, a demora é devido a uma peça que vem da Inglaterra, assim que ficar pronto partiremos para a Itália, previsão de chegada no Brasil continua sendo para 1 semana de Setembro.

Ilha de MALTA

Malta é um arquipélago situado na região central do Mediterrâneo, entre a Sicília e a costa do Norte da África. O país é conhecido por locais históricos relacionados a uma sucessão de governantes, entre eles os romanos, os mouros, a Ordem Soberana e Militar de Malta, os franceses e os britânicos. Malta conta com um grande número de fortalezas, templos megalíticos e o Hipogeu de Hal Saflieni, um complexo subterrâneo de corredores e câmaras funerárias que data aproximadamente de 4.000 a.C.

Malta está habitada desde cerca de 5 200 a.C., durante o Neolítico (ĠgantijaMnajdra). Os primeiros achados arqueológicos datam aproximadamente de 3 800 a.C.. Existiu nas ilhas uma civilização pré-histórica significativa antes da chegada dos fenícios, que batizaram a ilha principal de Malat, o que significa refúgio seguro. Os agricultores neolíticos viveram sobretudo em cavernas e produziram uma cerâmica similar à encontrada na Sicília. Entre 2400 e 2 000 a.C., desenvolveu-se um elaborado culto aos mortos, possivelmente influenciado pelas culturas das ilhas Cíclades e de Micenas (idade do bronze). Essa cultura foi destruída por uma invasão, provavelmente vinda do sul da Itália.

Por volta do ano 1 000 a.C., as ilhas eram uma colônia fenícia. Em 736 a.C., foram ocupadas pelos gregos e posteriormente passaram a ser domínio dos cartagineses (400 a.C.) e depois dos romanos (218 a.C.), quando receberam o nome Melita. Segundo o livro dos Atos dos Apóstolos, no ano 60 da era cristã, São Paulo naufragou e chegou à costa maltesa, onde promoveu a conversão de seus habitantes. A partir desta data, os malteses aderiram ao Cristianismo e permanecem-lhe fiéis até hoje.

Com a divisão do Império Romano em 395, a zona leste da ilha foi cedida ao domínio do Império Bizantino, que a controlou até 870, quando foi conquistada pelos árabes muçulmanos, que influenciaram seu idioma e cultura. Após a conquista árabe, foi convertida ao islamismo. A influência árabe pode ser encontrada na moderna língua maltesa, uma língua fortemente romantizada que originalmente deriva do árabe vernacular.

Em 1090, o conde Rogério da Sicília conquistou Malta e submeteu-a às suas leis até ao século XVI. Foi nesta época que foi criada a nobreza maltesa. Esta ainda permanece hoje em dia, e há 32 títulos que ainda são usados, sendo o mais antigo: Barões de Djar il Bniet e Buqana. Após a conquista pelos normandos da Sicília, Malta voltou a ser cristã. Depois de ser anexada ao reino da Sicília, Malta foi recuperada por forças muçulmanas. Em 1245, Federico II de Hohenstaufen expulsou os árabes e em 1266 as ilhas, junto com a Sicília, passaram ao domínio de Carlos I de Anjou, que as cedeu em 1283 a Pedro III de Aragão.

Caindo em mãos do Reino de Aragão, passou depois a Espanha. Em 1518, sob o império de Carlos V, foi concedida aos cavaleiros de Rodes.

Em 1530, as ilhas foram cedidas pela Espanha à Ordem Hospitalar de São João de Jerusalém – uma ordem religiosa e militar pertencente à Igreja Católica -, que tinham sido expulsos de Rodes pelo Império Otomano. Esta ordem monástica militante, hoje conhecida como “Ordem de Malta“, foi sitiada pelos turcos otomanos em 1565, após o que acrescentaram as fortificações, especialmente na nova cidade de Valeta. Os Cavaleiros de São João de Jerusalém governaram as ilhas até o século XIX.[14]

Em 1798, Napoleão Bonaparte invadiu e tomou Malta. A Grã-Bretanha retomou seu controle em 1800, a partir da rendição do comandante francês, general Claude-Henri Belgrand de Vaubois. Dentre os interventores que contribuíram para o domínio britânico destaca-se Sir Alexander Ball, que veio a se tornar o primeiro governador inglês de Malta.

Em 1814, como parte do Tratado de Paris, Malta tornou-se oficialmente parte do Império Britânico como colônia e passou a ser usada como porto de escala e quartel-general da frota até meados da década de 1930. Malta desempenhou um papel importante durante a Segunda Guerra Mundial devido à sua proximidade às linhas de navegação do Eixo e a coragem do seu povo, que resistiu ao assédio de alemães e italianos durante o cerco do arquipélago, levou à atribuição da George Cross, que hoje pode ser vista na bandeira do país.

arquipélago passou a ser autonomamente governado em 1947. Em 1955, Dom Mintoff (Dominic Mintoff), líder do Partido Trabalhista de Malta (PTM), tornou-se no primeiro-ministro. Em 1956, o PTM propôs uma nova integração no Reino Unido, proposta que viria a ser aceite em referendo, mas com a oposição do Partido Conservador, liderado por Giorgio Borg Olivier. Em 1959, revogaram a autonomia, mas voltaram a restaurá-la em 1962. Em 21 de setembro de 1964, Malta tornou-se totalmente independente e converteu-se em membro das Nações Unidas. Nessa altura, tornou-se membro da Commonwealth e celebrou uma aliança com o Reino Unido de ajuda económica e militar. Segundo a constituição de 1964, Malta manteve como soberana a rainha Elizabeth II, e um governador-geral exercia a autoridade executiva em seu nome.

De 1964 a 1971, Malta foi governada pelo Partido Nacionalista. Adotou, em 13 de dezembro de 1974, o regime republicano dentro da Commonwealth, com o presidente como chefe de estado.

Embora Malta seja inteiramente independente desde 1964, os serviços britânicos permaneceram no país e mantiveram um controle total sobre os portosaeroportocorreiosrádio e televisão. Em 1979, Malta rompeu a aliança com o Reino Unido e os britânicos evacuaram a sua base militar, pondo fim a 179 anos de presença na ilha. Isso aconteceu depois de o governo britânico se ter recusado a pagar uma renda mais elevada, o que era pretendido pelo governo maltês do tempo (trabalhista), para permitir que as forças britânicas permanecessem no país. O primeiro-ministro era, então, Dominic Mintoff. Pela primeira vez na sua história, Malta ficou nesse momento livre de bases militares estrangeiras. Este acontecimento é hoje celebrado como o Dia da Liberdade.

Em 1971, o Partido Trabalhista regressou ao Poder, mas com uma maioria reduzida sendo Dominic Mintoff o primeiro-ministro. Desenvolveu uma política de amizade com a China e com a Líbia. A década de 1970 caracterizou-se pelo enfraquecimento das relações com o Ocidente e pela aproximação com os regimes comunistas. Em 1984, Mintoff retirou-se e foi substituído por Mifsud Bonnici, novo líder do seu partido. A política de aproximação com os regimes comunistas sofreu mudança substancial em 1985, com o estabelecimento de um acordo com a Comunidade Econômica Europeia.

Em 1987, o Partido Nacionalista, mais voltado para o Ocidente e com uma política de aproximação à União Europeia, venceu as eleições para a Câmara de Representantes, pondo fim a 16 anos de domínio do Partido Trabalhista. Edward Fenech Adami foi eleito primeiro-ministro. Em Dezembro de 1989, Malta foi o local escolhido para um encontro entre o presidente dos Estados UnidosGeorge H. W. Bush, e o presidente da União SoviéticaMikhail Gorbachev. Em Outubro de 1990, o país solicitou formalmente a adesão à União Europeia. Nas eleições de 1992, os nacionalistas derrotaram novamente os seus opositores. A política governamental continuou a ser de liberalização, e foram realizadas diversas reformas de ordem económica, com vistas a tornar o país um membro da União Europeia. Divergências de fundo entre o Partido Nacionalista, no poder desde 1987, e o Partido Trabalhista quanto à adesão de Malta à União Europeia conduzem a eleições antecipadas em 1996, o Partido Trabalhista de Alfred Sant ganhou as eleições. Após entrar em funções o novo governo anuncia que Malta deixava de ser candidata à adesão. Em 1998 ocorrem novas eleições em que o Partido Nacionalista e o seu líder Edward Fenech Adami obtém uma grande vitória e retomam o caminho europeu, que culminaram com a entrada de Malta no dia 1 de maio de 2004 na União Europeia

ATRACAMOS EM PALAIOKHORA

15/8 07:45 PM

Atracamos no porto no início da noite. Lembrando que estamos na ilha de Creta, GRECIA.  País que está com fronteiras fechadas tanto para  Brasileiros quanto para Turcos. Ou seja, não podemos desembarcar, nem deveriamos estar aqui!!

Em menos  de 10 minutos chegou o carro da Polícia Marítima avisando que não eramos bem vindos e precisávamos sair, mas depois que explicamos a nossa emergência fomos educadamente bem tratados. A policial entendeu e nos ajudou muito.  Depois de analisar nossa documentação levou Enzo, no carro deles, para a cidade comprar diesel e ainda levou Enzo ao supermercado.  Putz… incrível a gentileza, e para completar  nos deixou passar a noite atracados no pier e nos deu agua doce para completar o tanque.

Fantástico, de parabéns as autoridades maritimas da Grecia.

Também nos avisou que a Europa vai fechar todas as fronteiras novamente por 2 meses.

Amanhã cedo, ao nascer do sol, partiremos para Malta. Previsão  de chegada para dia 19, até lá ficaremos sem contato telefônico e sem internet.

ENFIM CONSEGUIMOS  CRUZAR O CABO MALIGNO

15/8 6:00 PM

Logo cedo suspendemos em direção a um porto próximo para tentar comprar diesel. Umas 2 h depois pensamos que o vento tinha  diminuído e rumamis pra cruzar o  canal, putz….. , logo quando viramos o venton passou  de 3 oara 25 nós,  depois  34, ondas enormes, por 2 vezes tentamos voltar, mas só piorava, dai eu mudei o curso para a ilha de Gavdos, batia menos e estava so a 25 milhas, bom , pensamos que seria  melhor passar a noite em Gavdos comprar diesel e amanhã seguir para a ponta S de Creta e rumar para Malta ou até mesmo retornar para a Turquia. 

Pra nossa sorte o tempo virou, da tempestade veio a bonança e o mar virou um tapete… putz… que delícia.

Estudamos um pouco dessa ilha de Gavdos, que é o ponto mais meridional da Europa, o ponto mais ao Sul da Europa, a ultima ilha Grega, a ilha onde o apostolo Paulo passou antes de afundar em Malta Estávamos no mar do Líbano a apenas 150 milhas da capital.  Abaixo um pouco dessa história:

Gavdos é uma ilha grega de águas de cor esmeralda  cristalina,  atracamos no porto e Enzo desceu para arrumar Diesel, mas… nada… diesel nem pra remédio, só por encomenda, daí decidimos rumar para PALAIOKHORA em Creta, mar continuou um tapete liso, asfaltado para nós… OBRIGADO MEU PAI

– Gavdos tem habitantes desde a época Neolítica. Contudo, a ilha conta atualmente com poucos habitantes permanentes, cerca de 75!!
Gavdos foi identificado como lugar possível para a llmítica Ogígia onde esteve preso o herói  Ulisses. A evidência arqueológica mostra que o Império Romano passou pela ilha. Durante este tempo, a flora da ilha foi sobre-explorada, iniciando-se um processo de erosão que continua até hoje.
Mais tarde, na época do Império Bizantino, a ilha tinha uns 8 000 habitantes (século X). Durante o domínio otomano, que durou desde 1665 a 1895, era conhecida como Gavdos Gondzo. Durante este período a população diminuiu consideravelmente para só 500 habitantes em 1882. Na ilha sobrevive uma referência aos sarracenos: uma praia tem o nome de Sarakiniko (nome que significa “dois sarracenos” em grego).
Na década de 1930 a ilha foi utilizada como lugar de exílio de comunistas, e mais de 250 pessoas foram exiladas incluindo figuras destacadas do movimento grego, como Markos Vafiadis. Durante a Segunda Guerra Mundial, as forças aliadas evacuaram algumas forças para Gavdos após a vitória alemã na batalha de Creta.
Mais tarde, a fase geral da urbanização, que começou noutras partes da Grécia na década de 1960, teve lugar na década de 1950 em Gavdos. Durante esse período, os insulares trocaram as suas terras em Gavdos por terras ex-turcas em Creta, que se converteram em intercâmbios através do estado. Ao estabelecer-se em Creta, criaram uma comunidade conhecida como Gavdiotika, que é parte da vila de Paleochora.

Abaixo a foto da ilha e um vudeo do cabo maldito – MATALA

STAIO DE PROA PARTIU

15/8 9:00 h AM

Ontem ao tentarmos passar pelo cabo de MATALA o estaio de proa, cabo de aço inox, que segura o mastro e suporta a vela genoa rompeu.

Tivemos que subir no mastro e descer tudo. Colocamos 4 cabos para sustentar o mastro e vamos seguir motorando, não podemos mais usar a vela mestra, a não ser que o vento venha de 100 a 160°. Em nosso rumo isso vai ser impossível, então vamos comprar mais diesel para completar a viagem até Malta. Lá vamos reparar e trocar o cabo de aço.

Curiosidade: segundo a história da invasão de Tróia foi nesse cabo de MATALA que afundou o navio de Menelau quando este retornava para Grécia. E segundo o manual náutico esse cabo realmente é muito difícil de passar, só com bom tempo, pois o Swell contrário é fortíssimo, isso nós já descobrimos… kkkkk. Previsão de chegada mudou para dia 19 ou 20.

ANDANDO PARA TRAS IGUAL CARANGUEJO

14/8 8:00 AM

Suspendemos logo cedo para mais um dia de velejada. Tempo bom ensolarado e com ventos na casa de 11 nós. Após 1,5 h de velejada, quando contornamos a ponta da ilha, cabo AK LITHINON, pegamos um mar revolto com ventos de 30 nós levantando ondas de 3 metros bem na proa do LaVie, ainda tentamos seguir, mas era muita pancada no LaVie, achamos melhor voltarmos e esperar o tempo melhorar. Vamos ficar aqui abrigados nessa baía AY ANTONIOS ate o dia 16 , qd as condições meteorológicas devem melhorar. Vamos aproveitar e mergulhar, tentar matar um peixe para o almoço.

Segundo consta, nessa praia de MATALA afundou o barco de Menelau quando este voltava da invasão de Tróia.

VENTOS DE 100 KM

13/8 7:45 PM

Chegamos no 2° abrigo na ilha de Creta, baia de Lendas. Navegamos apenas 72 milhas embaixo de uma verdadeira tempestade de vento forte, rajadas de 100 km faziam o LaVie se contorcer todo! Usamos pouca vela e muito motor. Nada confortável o dia de hoje!!

Perdemos um banco e uma almofada durante a ventania, o barco está todo salgado, muita agua esborrifada pelo vento.

Mas apesar de tudo tive como preparar o almoço de hoje, Linguine com molho branco e camarão, regado no azeite e Grana Padano.

Se a previsão estiver correta amanhã teremos um dia melhor. Estamos na metade da ilha, então teremos mais um dia navegando pela costa antes de seguir para Malta. Previsão de chegada entre dia 17 e 18.

Encontrei o bar de Nikita, TAVERNA NIKITAS!!